quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"O SENHOR TELEVISÃO"!




"SENHOR TELEVISÃO" é o nome que deram a Charters de Azevedo por ter sido ele que fez a primeira tansmissão de televisão. Neste vídeo podemos apreciar o seu trabalho.

"VILA PORTELA"

Junto ao Tribunal de Leiria, situa - se o antigo Chalet que pertence à Família Charters de Azevedo. Nos finais do séc. XIX, situava - se no Lugar da Portela, junto ao cruzamento da estrada Real para a Barreira com a estrada Real para Lisboa,( hoje Rua Machado dos Santos)para onde tinha a sua entrada principal . Esta teve o nº 53 da Rua Machado dos Santos.
É conhecido, este Chalet, pelo nome de "VILA PORTELA" por ter sido construído, naquele tempo, fora de Leiria.

Mensagem do Director do Agrupamento de Escolas José Saraiva, para o grupo de trabalho do Projecto EDUCULT

A troca de saberes e de culturas no espaço europeu constitui, sem dúvida, uma experiência ímpar para alunos e professores. Neste âmbito, é com sentido orgulho que presencio a dinamização de projectos além fronteiras, almejando que se transformem em "janelas de oportunidade".

O Director,
Alcino Marques Duarte

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Visita da nossa amiga Joana!

Hoje tivemos um óptima surpresa durante a aula: a nossa amiga Joana fez-nos uma visita.

Esperamos que ela volte rápido e com mais tempo, para podermos conversar melhor.

Que saudades!!


Olá a todos os meus amigos do 2º D!!
Como estão?
Espero que todos muito bem, apesar de tanto frio!

Tenho tido muitas saudades vossas e, por isso, venho muitas vezes visitar o vosso blog para continuar a ter notícias vossas, do que fazem na sala de aula, com a Professora São, do que aprendem, novidades sobre os projectos em que participam, os trabalhos que realizam...

São sempre descobertas, que me levam também a mim a aprender alguma coisa!!
É verdade. Como os trabalhos que fizeram sobre o Carnaval, as vossas pesquisas sobre as tradições e formas de comemorar o Carnaval em Portugal e noutros países do mundo! Fiquei a saber melhor como é o Carnaval na Polónia!

Continuem a trabalhar, com vontade de aprender e descobrir, saber o porquê e para quê de tantas coisas que fazem parte do nosso dia-a-dia, que são tão importantes na nossa vida! A colaborar com a Professora São, a brincar e a divertirem-se!

Deixo-vos também alguns sites onde podem explorar, descobrir e aprender!!

Clube de contador de histórias
Poesia e histórias com canções
Um sonho infeliz
(Projecto de escrita colaborativa - 3za éme e EB1 de Ventosa)

E fica também uma brincadeira que fiz para vocês - um vídeo animado com uma mensagem minha!
Espero que gostem!!
Depois (em breve :)) quero saber...
Beijinhos para todos e bom fim-de-semana!

Joana

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

"LENÇOS DOS NAMORADOS"

video

Olá, amiguinhos!

As férias de Carnaval já lá vão... e agora de novo ao trabalho! Então divertiram - se muito? E as fantasias foram do agrado de todos? Vi, no vosso blogue, que fizeram lindas máscaras e estão de parabéns! Lindas... lindas! Eu passei o Carnaval em casa, na companhia dos meus quatro netinhos que são um verdadeiro encanto! Dirão vocês:

- Isto é que ela é uma avó " Babada"!... e podem ter a certeza que as vossas avós, pensam tal e qual como, eu dos queridos netinhos que têm!!!

Envio este vídeo que representa bem uma das Tradições de Portugal!

Beijinhos a todos e professora SÃO.

Saber mais sobre o Carnaval...






Na sala de aula estudámos uma das festividades do nosso calendário: O Carnaval.
Nesta altura há umas mini - férias, e, muita gente gosta de se divertir mascarando-se e brincando quer nas ruas, quer na escola. Antigamente havia tradições muito engraçadas, como por exemplo: "A queima da velha"; o "Enterro do Entrudo", "A queima do Mastro", etc. ,mas, agora festeja-se mais com: bailes, desfiles e corsos carnavlescos.
Para além dos trabalhos de expressão plástica, das canções e da festa que fizemos na sala de aula, em que fomos fantasiados de várias personagens, também fomos à descoberta das origens e das diferentes formas de festejar o Carnaval, quer em Portugal quer no Mundo.
Com a ajuda de livros, da Internet, principalmente da Diciopédia, da Wikipédia, (http://en.wikipedia.org/wiki/Carnival ), do site Júnior (http://www.junior.te.pt/carnaval03/) , da informação encontrada no endereço : http://www.accessibleportugal.com/revista/2007/February/carnival.htmlarnival.htmlnival.html
e dos familiares dos meninos e meninas, aprendemos muita coisa que não sabíamos. Vamos contar-vos algumas:
Origem do Carnaval

O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo, da Idade Média. Esta é uma festividade de origem Cristã. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça – feira. Este é um período festivo durante o qual se fazem muitos a bailes, desfiles carnavalescos, e usam-se roupas e máscaras de personalidades diferentes do habitual. O nome oficial do Carnaval é Entrudo e ocorre 47 dias antes da Páscoa. No Ano de 2009 foi a 24 de Fevereiro, no ano de 2010 a 16 de Fevereiro e, em 2011, vai ser no dia 8 de Março.
No Carnaval em Portugal existe uma grande tradição carnavalesca, nomeadamente os Carnavais de Ovar, Torres Vedras, Nazaré, Loulé, Sesimbra, Sines, Madeira Loures, e Podence, que fica no Nordeste Transmontano, no Concelho dee Macedo de Cavaleiros com os seus famosos Caretos.

Carnavais famosos no Mundo:
Veneza
Dantes, o Carnaval de Veneza era um período do ano em que, atrás das máscaras, tudo era permitido, incluindo quebrar as barreiras sociais entre as pessoas.
A fantasia típica é a do "baùtta", um capuz de seda preto, uma capa com capuz, um chapéu de três pontas e uma máscara branca que permite o anonimato. Um meio para entrar nos casinos da época sem ser reconhecido.

Brasil
É um dos mais famosos Carnavais do Mundo.
Actualmente, no Rio de Janeiro e em várias grandes e pequenas cidades, as escolas de samba, fazem desfiles organizados, verdadeiras disputas para a eleição da melhor escola do ano e fazem um desile muito grande pelas ruas com roupas muito vistosas.
É a altura em que os mais pobres também podem brilhar e a festa é tão especial que as escolas de samba começam a preparar o Carnaval do ano seguinte logo na quarta-feira de Cinzas...
Também pesquisámos sobre o Carnaval da Polónia.

Polónia
A maneira tradicional para celebrar o Carnaval na Polônia é o Kulig, um cavalo de passeio de trenó cobertos de neve em todo campo. Cada vez mais hoje, especialmente entre os mais jovens, o carnaval é visto como uma desculpa para uma explosão de festa e noite Clubbing, e está se tornando cada vez mais comercializado em muitas lojas exibindo seleções especiais de mercadorias e roupas extravagantes para a época de Carnaval.

Turma 2 D

Chegou Correio...

A mãe Mónica enviou-nos muitos e muitos Ditados Populares! Diz que são todos os que existem em Portugal!
Ora vejam se conseguem contar quantos são eles! Tarefa difícil mas não impossível para quem tiver paciência.Não vale batota!
Ficamos a aguardar respostas!:))
DITADOS POPULARES
A ambição cerra o coração; A pressa é inimiga da perfeição; Águas passadas não movem moinhos; Amigo não empata amigo; Amigos amigos negócios à parte ;Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura A união faz a força A ocasião faz o ladrão A ignorância é a mãe de todas as doenças Amigos dos meus amigos, meus amigos são A cavalo dado não se olha a dente Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo Antes só do que mal acompanhado A pobre não prometas e a rico não devas. A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata A necessidade aguça o engenho A noite é boa conselheira A ocasião faz o ladrão A preguiça é mãe de todos os vícios A palavra é de prata e o silêncio é de ouro A palavras (ocasloucas) orelhas moucas A pensar morreu um burro A roupa suja lava-se em casa Antes só que mal acompanhado Antes tarde do que nunca Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam Ao rico não faltes, ao pobre não prometas As palavras voam, a escrita fica As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras Até ao lavar dos cestos é vindima Água e vento são meio sustento Águas passadas não movem moinhos Boi velho gosta de erva tenra Boca que apetece, coração que padece Baleias no canal, terás temporal Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia Boa romaria faz, quem em casa fica em paz Boda molhada, boda abençoada Burro velho não aprende línguas Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura Cada cabeça sua sentença Chuva de São João, tira vinho e não dá pão Casa roubada, trancas à porta Casarás e amansarás Criou a fama, deite-se na cama Cada qual com seu igual Cada ovelha com sua parelha Cada macaco no seu galho Casa de ferreiro, espeto de pau Casamento, apartamento Cada qual é para o que nasce Cão que ladra não morde Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato Com vinagre não se apanham moscas Coma para viver, não viva para comer Com o direito do teu lado nunca receies dar brado Candeia que vai à frente alumia duas vezes Casa de esquina, ou morte ou ruína Cada panela tem a sua tampa Cada um sabe as linhas com se cose Cada um sabe de si e Deus sabe de todos Casa onde entra o sol não entra o médico Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe derem verga e tempo Com a verdade me enganas Com papas e bolos se enganam os tolos Comer e o coçar o mal é começar Devagar se vai ao longe Depois de fartos, não faltam pratos De noite todos os gatos são pardos Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra De Espanha nem bom vento nem bom casamento De pequenino se torce o pepino De grão a grão enche a galinha o paparrão Devagar se vai ao longe De médico e de louco, todos temos um pouco Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?' Depressa e bem não há quem Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer Depois da tempestade vem a bonança Da mão à boca vai-se a sopa Deus ajuda, quem cedo madruga Dos fracos não reza a história Em casa de ferreiro, espeto de pau Enquanto há vida, há esperança Entre marido e mulher, não se mete a colher Em terra de cego quem tem olho é rei Erva daninha a geada não mata Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão Em tempo de guerra não se limpam armas Falar é prata, calar é ouro Filho de peixe, sabe nadar Gaivotas em terra, tempestade no mar Guardado está o bocado para quem o há de comer Galinha de campo não quer capoeira Gato escaldado de água fria tem medo Guarda o que comer, não guardes o que fazer Homem prevenido vale por dois Há males que vêm por bem Homem pequenino ou velhaco ou dançarino Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles Lua deitada, marinheiro de pé Lua nova trovejada, 30 dias é molhada Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão Longe da vista, longe do coração Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital Manda quem pode, obedece quem deve Mãos frias, coração quente Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha Mais vale cair em graça do que ser engraçado Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto Madruga e verás trabalha e terás Mais vale um pé no travão que dois no caixão Mais vale uma palavra antes que duas depois Mais vale prevenir que remediar Morreu o bicho, acabou-se a peçonha Muita parra pouca uva Muito alcança quem não se cansa Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá Muito riso pouco siso Muitos cozinheiros estragam a sopa Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe Nuvem baixa sol que racha Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu Nem tudo o que reluz é ouro Não há bela sem senão Nem tanto ao mar nem tanto à terra Não há fome que não dê em fartura Não vendas a pele do urso antes de o matar Não há duas sem três No meio é que está a virtude No melhor pano cai a nódoa Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes Nem oito nem oitenta Nem tudo o que vem à rede é peixe No aperto e no perigo se conhece o amigo No poupar é que está o ganho Não dá quem tem, dá quem quer bem Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça O saber não ocupa lugar Os cães ladram e caravana passa O seguro morreu de velho O prometido é devido O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura O segredo é a alma do negócio O bom filho à casa retorna O casamento e a mortalha no céu se talha O futuro a Deus pertence O homem põe e Deus dispõe O que não tem remédio remediado está O saber não ocupa lugar O seguro morreu de velho O seu a seu dono O sol quando nasce é para todos O óptimo é inimigo do bom Os amigos são para as ocasiões Os opostos atraem-se Os homens não se medem aos palmos Para frente é que se anda Pau que nasce torto jamais se endireita Pedra que rola não cria limo Para bom entendedor meia palavra basta Por fora bela viola, por dentro pão bolorento Para baixo todos os santos ajudam Por morrer uma andorinha não acaba a primavera Patrão fora, dia santo na loja Para grandes males, grandes remédios Preso por ter cão, preso por não ter Paga o justo pelo pecador Para morrer basta estar vivo Para quem é, bacalhau basta Passarinhos e pardais,não são todos iguais Peixe não puxa carroça Pela boca morre o peixe Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber Pimenta no cu dos outros para mim é refresco Presunção e água benta, cada qual toma a que quer Quando a esmola é grande o santo desconfia Quem espera sempre alcança Quando um não quer, dois não discutem Quem tem telhados de vidro não atira pedras Quem vai à guerra dá e leva Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte Quem sai aos seus não degenera Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento Quem semeia ventos colhe tempestades Quem vê caras não vê corações Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece Quem casa quer casa Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa Quem com ferros mata, com ferros morre Quem corre por gosto não cansa Quem muito fala pouco acerta Quem quer festa, sua-lhe a testa Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar Quem dá aos pobres empresta a Deus Quem cala consente Quem mais jura é quem mais mente Quem não tem cão, caça com gato Quem diz as verdades, perde as amizades Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos Quem não deve não teme Quem avisa amigo é Quem ri por último ri melhor Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto Quem diz o que quer, ouve o que não quer Quem não chora não mama Quem desdenha quer comprar Quem canta seus males espanta Quem feio ama, bonito lhe parece Quem não arrisca não petisca Quem tem boca vai a Roma Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão Quando um cai todos o pisam Quanto mais depressa mais devagar Quem entra na chuva é pra se molhar Quem boa cama fizer nela se deitará Quem brinca com o fogo queima-se Quem cala consente Quem canta seus males espanta Quem comeu a carne que roa os ossos Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro Quem muito escolhe pouco acerta Quem nada não se afoga Quem nasceu para a forca não morre afogado Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele Quem não sabe é como quem não vê Quem não tem dinheiro não tem vícios Quem não tem panos não arma tendas Quem não trabuca não manduca Quem o alheio veste, na praça o despe Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso Quem paga adiantado é mal servido Quem parte velho paga novo Quem sabe faz, quem não sabe ensina Quem tarde vier comerá do que trouxer Quem te cobre que te descubra Quem tem burro e anda a pé mais burro é Quem tem capa sempre escapa Quem tem cem mas deve cem pouco tem Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita Quem tudo quer tudo perde Quem vai ao mar avia-se em terra Quem é vivo sempre aparece Querer é poder Recordar é viver Roma e Pavia não se fez em um dia Rei morto, rei posto Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei Santos da casa não fazem milagres São mais as vozes que as nozes Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade Todo o homem tem o seu preço Todos os caminhos vão dar a Roma Tristezas não pagam dívidas Uma mão lava a outra Uma desgraça nunca vem só Vão-se os anéis e ficam-se os dedos Vozes de burro não chegam aos céus Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010