
Um espaço para partilhar o quotidiano de uma turma nascida em Setembro de 2009. A Turma D da EB1/JI de Cruz da Areia, AGJS, Leiria.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
DIA MUNDIAL DE CRIANÇA

quinta-feira, 27 de maio de 2010
OURI
Apesar de ser o mais novo o João provou que está com "garra", para não desistir de vir a ser o 1º .
Beijinho de Parabéns de todos os colegas, estagiárias e professora!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Nós com África



Visita de Estudo à P.S.P.


sábado, 17 de abril de 2010
O TARRO E O COXO
No Alentejo, em tempos antigos, quando os pastores guardavam os seus rebanhos durante o dia inteiro no campo, tinham que levar estes dois utensílios. O maior, que se chama tarro, era para consevar os alimentos quentes, e o outro, ao lado, é o coxo que servia para beberem a água.Como os meus amiguinhos podem ver, ambos são feitos de cortiça, casca do sobreiro, uma árvore que existe em abundância no Alentejo, e que ainda dá a bolota, o seu fruto, para a alimentação dos porcos pretos, criados também no Alentejo.
Nesta região, cultiva - se o trigo em grande abundância e, por essa razão, chamam ao Alentejo CELEIRO DE PORTUGAL.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Páscoa Feliz!
A Páscoa: Origem e TradiçõesDe acordo com as pesquisa que fizemos, principalmente no livro “O Livro da Páscoa” de Isabel Lamas, a origem da Páscoa diz respeito à celebração da saída do povo hebreu do Egipto. Também aprendemos que “A Páscoa é uma festa móvel determinada pelo calendário lunar. Celebra-se no Domingo mais próximo da primeira Lua Cheia do mês lunar que aparece depois do equinócio da Primavera. Esta data foi fixada por decisão do Concílio (assembleia de religiosos católicos para decidir questões importantes) de Niceia, em 325.”
Faz parte da tradição portuguesa os afilhados e afilhadas, na Páscoa, receberem da madrinha o chamado Folar. Folar é o nome do presente que as madrinhas oferecem e ao qual se juntava sempre um tradicional pacotinho de amêndoas e hoje se junta ovos ou coelhinhos de chocolate. Dependendo das idades de quem recebe, são oferecidos brinquedos, roupas, jogos, livros, música, dinheiro, viagens como Folar da Madrinha. Os afilhados antigamente, no dia de Ramos, deviam oferecer flores à madrinha. Ainda hoje algumas pessoas oferecem.
Em Portugal há outra tradição que se conservou ao longo dos tempos, e ainda se conserva em muitas terras de Portugal, que é a Visita Pascal, também chamada Compasso. Segundo a mesma autora, no Domingo de Páscoa, logo depois da missa, organiza-se o cortejo: o padre vestido com as vestes de sacerdote, transporta o crucifixo, seguido do sacristão, de opa encarnada (capa sem mangas usada nas procissões e em actos religiosos), com a caldeira de água benta e de homens da terra. Um rapazinho de sobrepeliz branca (veste que os padres usam sobre a batina) toca “um dlim, dlim” sonoro com a sineta.
As portas da rua das casas ficam entreabertas, aguardando a visita do compasso.
Aqueles que não desejam que o padre lhes entre em casa mantêm a porta fechada sem flores, sem enfeites de verdura por perto. É um código mudo de que se sabe bem o significado.
Na nossa pesquisa também aprendemos que a tradição dos ovos de Páscoa não é de agora. Segundo Isabel Lamas “…o ovo, como origem do Universo está presente em todas as mitologias. Contém o potencial para a vida e por isso é o símbolo da nova vida, esperança e imortalidade. Segundo esta autora, nos túmulos dos fenícios foram encontrados ovos de argila. Os ovos naturais que se ofereciam na Páscoa foram substituídos pelos de chocolate, certamente pelo desenvolvimento da indústria do chocolate por volta de 1829, mas há outras versões para a substituição. Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos adoptaram o hábito de oferecer ovos como lembrança da Ressurreição e no século XVIII, a Igreja adoptou-os como símbolo da Páscoa. Os egípcios distribuíam ovos no início da estação da Primavera. Há cerca de duzentos anos, os ovos de Páscoa eram de porcelana, pintados à mão.
Os Cristãos de todo o mundo celebram a Páscoa, mas os Cristãos Ortodoxos seguem o antigo calendário ortodoxo, o que significa que celebram a Páscoa mais tarde que os Cristãos ocidentais
A palavra “Aleluia” associada à Páscoa, é uma saudação litúrgica que significa “louvai Yahvé”(dai glória a Jeová, um dos nomes de Deus”).
Se quiserem saber mais coisas sobre a Páscoa podem consultar os livros:
Meninos Iguais a Mim – CELEBRAÇÕES! Itália: Editora Civilização. Kindersley, B. & Kindersley, A. (1997).
O Livro da Páscoa - Lamas, I. (2000). Sintra: Impala.
E já agora:
Boas Férias e uma Páscoa muito docinha para todos!
sexta-feira, 26 de março de 2010
UMA BOA PÁSCOA!!!
Desejo para todos os Amiguinhos e Professora SÃO, uma Páscoa com muitas amêndoas.
Boas férias!!!
Beijinhos
Maria da Cruz
terça-feira, 23 de março de 2010
OS NOSSOS AMIGUINHOS NO MOINHO DE PAPEL
Foi com todo o prazer que aceitei o convite da Professora São para acompanhar os nossos amiguinhos a uma visita de estudo ao Museu do Moinho de Papel. A visita foi hoje e, cerca das 9h 30m, eu e a Lenita Serrador, dirigimo - nos para o Maravilhoso Moinho onde esperavamos com muita ansiedade os nossos Meninos e sua Professora. Apesar de já ter feito a visita, gostei imenso de participar pois tive ocasião de apreciar, mais uma vez, como se fazia o papel na antiguidade. Todos os amiguinhos estiveram muito atentos às explicações que a Senhora Monitora do Moinho ia fazendo, pois no fim da visita fez algumas perguntas e todos responderam acertadamente, mostrando, assim, que estiveram com muita atenção a todas as explicações. Para os nossos amiguinhos e sua Professora ofereço este vídeo que eu fiz com algumas fotos que tirei.
Um beijinho para todos e até breve.
O João Henrique no Museu de papel
sábado, 20 de março de 2010
A Primavera...Poemas!
SOBRE A PRIMAVERA...
Linda, linda, florida,
Chegou a primavera.
Vem de calções,
Vem de chapéu
Passa pelos anões que estão no jardim
Atrás de um véu.
Esqueceu os chinelos,
Perto dos cogumelos,
E quando os procurou
Não os achou.
João Henrique, José Pedro, Diogo Costa, Rafael
POEMA DA PRIMAVERA
Colorida, colorida, colorida
Chegou a Primavera.
Vem de vestido
Vem com um arco-íris de cores,
O chão onde passa
Parece pétalas de flores.
Esqueceu as folhas das árvores
Perto da floresta,
Quando as procurou,
Roubara-as uma bruxa mestra.
Maria Guarda, António, João Miguel









